As palavras descansam em sono profundo
Nas entrelinhas de uma folha sem pauta
O descanso das palavras é silenciador
Ecoa mesmo em silêncio na dissimulada inspiração
Álibi de quem teme o cansaço desses rastros da alma
Pobre poeta, o resta somente o sonâmbulo silêncio
Da busca de uma palavra ainda a pegar no sono
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário